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Política

PM evita assalto a banco e prende suspeito de queimar carro para escapar

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Neste domingo (28.06), policiais militares frustraram uma tentativa de furto a uma agência bancária, em Paranaíta. Um homem (29 anos)  foi preso após ser pego ateando fogo em um  carro para fugir do cerco policial na região.

Por volta das 4h da manhã, a Polícia Militar recebeu informações de que havia soado um ruído estranho em uma agência bancária da cidade. De imediato, os policiais foram até o local e se depararam com os suspeitos que atiraram contra a equipe policial. Houve confronto entre os suspeitos e os policiais, durante a troca de tiros, a equipe da PM pediu apoio de militares do município de Alta Floresta para cercar a região e deter os suspeitos.

A polícia constatou que os suspeitos estavam municiados de armas de fogo calibre 7,62 quando atiraram contra os militares. Durante  diligência policial, um dos suspeitos foi surpreendido pela PM ateando fogo em um carro para fugir do cerco dos policiais.

Ao ser flagrado pela polícia incendiando o carro para fugir, o suspeito atirou contra a equipe policial que reagiu e atirou na perna do suspeito para imobilizá-lo. Os policiais prenderam o homem e encaminharam ele ao hospital.

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O Batalhão de Operações Policiais Especiais foi acionado para dar apoio as equipes que seguem em diligências na região atrás dos outros suspeitos.

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Governo Federal sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego

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Medida prevê suspensão de contratos e redução de jornada e salários

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações.

O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas.

Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

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Mudança

Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores.

A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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