conecte-se conosco


Política

8 aplicativos Android que todo idoso deveria ter no smartphone

Publicado

source
idosos usando o celular
shutterstock

92% da população idosa já tem seu próprio smatphone

Cada dia mais antenado nas novidades digitais, o público da terceira idade tem atraído produtos e serviços de tecnologia voltados para a sua necessidade.

Não é pra menos, já que a pesquisa Tsunami Prateado, conduzido pela Pipe.Social e Hype60+ com mais de 2,2 mil pessoas mostrou que 92% dos idosos possuem smartphone. O índice é de 51% entre os de 75 anos e mais e de 96% entre os com até 64 anos.

Por isso, no dia do idoso, comemorado nesta terça-feira (1), selecionamos 8 aplicativos Android desenvolvido para facilitar a vida, o acesso e até a inclusão digital de idosos e idosas.

Idoso Ativo

app idoso
Captura de tela

O Idoso Ativo é bom para quem quer se exercitar.

Traz um programa de exercícios funcionais elaborado por fisioterapeutas para o público da terceira idade. Pode ser baixado neste link .

Teclado para idosos

Captura de tela

Com letras maiores, o teclado facilita a visualização.

O aplicativo instala teclados com letras de tamanho diferentes para facilitar a leitura de quem tem pouca visão. As opções permitem que o teclado ocupe até mais da metade da tela do smartphone e inclui letras, números e emojis. Disponível aqui .

Leia mais:  Restaurante dá pizza de graça para quem não mexer no celular durante refeição

Localizador familiar GPS móvel – Safe365

Captura de tela

O app informa a localização do idoso para os parentes.

Indicado para pessoas que moram sozinhas e precisam de cuidados. O aplicativo informa a localização do idoso ou criança para familiares que estão distantes.

As duas partes precisam conssentir na divulgação da localização para funcionar. A ferramenta também informa sobre condições físicas e tem botão de emergência.  Link para instalar

Pressão Arterial(BP Watch)

Captura de tela

O aplicativo permite guardar registros sobre a pressão arterial.

Armazena os dados de pressão arterial, gera relatórios, histórico e permite anotações para futuras referências. É gratuito e pode ser acessado aqui .

Senior Safety Phone

Captura de tela

Ícones maiores para uma melhor visualização.

Altera a interface do smartphone para uma mais amigável e com ícones maiores. Pode incluir qualquer aplicativo na interface própria e salvar contatos.

Inclui gerenciamento de medicamentos e agenda de médicos. Link para baixar  aqui

iDosos

Captura de tela

O aplicativo traz tutoriais sobre o smartphone.

Ensina as funções básicas de um smartphone por meio de tutoriais interativos. Como atender e realizar ligções, como editar a agenda de contatos, configurar alarmes e despertador.

Leia mais:  Política de empoderamento da mulher recebe parecer favorável na ALMT

Os tutoriais vêm acompanhados de áudios narrativos. Disponível  aqui

Lembrete de remédios Medisafe

Captura de tela

Um bom aplicativo para agendar os horários dos remédios.

Aplicativo simples e gratuito para gerenciar horários de remédios e agenda de médicos. Permite compartilhar o cronograma de remédios com outras pessoas, gerencia estoque de remédios e monitora medidas como pressão arterial. Faça o download neste link .

CPqD Facilita

Captura de tela

Ideal para idosos com baixa capacidade de visão.

Oferece interface amigável para idosos ou pessoas com baixa capacidade de visão. Oferece ícones grandes, fáceis de encontrar e utilizar. Todos as ações são acompanhadas por descrição por voz, com opção de voz masculina ou feminina. Link para baixar .

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
publicidade

Política

Senado pode votar Pacote Anticrime ainda neste ano

Publicado

por

Na reta final dos trabalhos antes do recesso parlamentar, senadores tentam um acordo para conseguir votar o Pacote Anticrime (Projeto de Lei 10.372/18) ainda neste ano.

Aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (4), o pacote reúne parte da proposta apresentada no início deste ano pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, e trechos do texto elaborado pela comissão de juristas coordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

A matéria, que traz mudanças na legislação penal, como aumento de penas e novas regras para progressão de regime pelos condenados, acabou sendo aprovada pelos deputados sem polêmicas que poderiam dificultar o avanço da proposta. Nesse rol, estão temas como prisão após condenação em segunda instância, que está em discussão por instrumentos diferentes na Câmara e no Senado, o plea bargain, que prevê a redução de penas de acusados que confessarem ter cometido um determinado crime, e o excludente de ilicitude, que protegeria agentes de segurança que, por “violenta emoção, escusável medo ou surpresa”, cometessem excessos no exercício da função.

Para os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Eliziane Gama (Cidadania-MA), a retirada do último ponto foi muito importante para que a proposta tenha clima favorável à votação no Senado.

Segundo Randolfe, o texto final aprovado pelos deputados ficou “bem razoável” para receber o apoio do Senado. Na mesma linha, Eliziane Gama que no caso da supressão desse tema, a mensagem é que “todos têm direito à vida” e que quem não respeitar esse direito deve ter punição exemplar.

Outro ponto que está sendo considerado pelos defensores da votação no Senado ainda neste ano é que, às vésperas de um ano com eleições municipais, esse é o texto possível.

“Quem manda [ na pauta do plenário] é o [presidente do Senado] Davi [Alcolumbre, DEM-AP]. Se ele quiser, eu faço quantas reuniões forem necessárias [na Comissão de Constituição e Justiça], e a gente leva para plenário”, disse a presidente da CCJ da Casa, Simone Tebet (MDB-MS). O texto precisa ser analisado pela CCJ antes de ser levado à votação final por todos os senadores. Segundo a senadora, nesse caso, “qualquer coisa é melhor que nada”. Para Simone, é melhor garantir avanços em alguns pontos agora e, se for o caso, depois das eleições municipais, aperfeiçoar pontos na norma.

Leia mais:  Câmara conclui votação sobre antecipação de pagamento a peritos

Já Wellington Fagundes (PR-MT) entende que o Pacote Anticrime é uma demanda do Brasil e uma forma de fazer justiça para “quem mais precisa”. “O pacote tem instrumentos legais que podem oferecer à sociedade segurança jurídica. Chega em boa hora, e vamos aprovar o mais rápido possível”, afirmou.próximo ›

Principais itens do projeto encaminhado ao Senado

Penas maiores: Aumentam as penas para diversos crimes, como homicídio com armas de fogo de uso restrito ou proibido, injúria em redes sociais, comércio ilegal de armas e tráfico internacional de armas. O tempo máximo de prisão no Brasil também passa de 30 para 40 anos.

Prisão após condenação do Tribunal do Júri: Atualmente, um réu pode recorrer em liberdade mesmo depois de condenado pelo Tribunal do Júri. O pacote prevê que o condenadoseja preso logo após a condenação nos casos em que a pena estipulada seja de pelo menos 15 anos. A proposta inicial de Moro não previa esse tempo mínimo.

Condicional: Tornam-se mais rígidas as condições para que um preso condenado seja posto em liberdade condicional. Somente os que tiverem comportamento considerado bom, e não satisfatório, como era antes, e sem falta grave nos 12 meses anteriores poderão obter o benefício.

Preso x advogado: Cai a necessidade da autorização do juiz para a gravação da conversa entre o advogado e seu cliente dentro de presídios de segurança máxima.

Leia mais:  Aras diz que país precisa combater corrupção e destravar economia

Progressão de pena: Hoje é necessário cumprimento de, no mínimo, um sexto da pena em regime fechado para requerer progressão para os regimes de prisão domiciliar ou semiaberta. A permanência mínima exigida passa a ser entre 16% e 70%, a depender da gravidade do crime e dos antecedentes do preso. É preciso cumprir no mínimo de 40% da pena, se réu primário, e de 60%, se reincidente. Condenados de organizações criminosas ou milícias deixam de ter direito à progressão de regime e à liberdade condicional, desde que o vínculo seja comprovado.

Crimes hediondos: Os detentos condenados por crimes hediondos – quando há violência e grande potencial ofensivo – terão regras mais rigorosas para o cumprimento da pena, como restrição a saídas temporárias e à progressão de regime. O projeto também aumenta o número de crimes considerados hediondos, como roubo que resulta em lesão grave, furto com explosivo, homicídio cometido com arma de fogo de uso restrito.

Infiltrados: O texto apresenta as situações em que provas podem ser obtidas por policiais disfarçados e a validação de flagrantes em operações especiais com agentes infiltrados. Poderão ser condenados, por exemplo, aqueles que venderem arma ou munição a um agente policial disfarçado, desde que haja indicativos de conduta criminal preexistente.

Presídios federais: O tempo máximo de permanência de líderes de facções criminosas em presídios federais passa de 360 dias para três anos, com possibilidade de renovação.

Assistência ao policial: Policiais investigados por matar alguém sem confronto ou legítima defesa no exercício de suas funções que não indicarem um advogado pessoal, e se não houver defensor público responsável, terão direito a um advogado pago pela corporação. A regra também vale para militares em ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Deixe sua Opinião

Como você define o governo de Mauro Mendes, até agora ?

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana