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Olhar Digital

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Reprodução/Youtube/Bruno Sartori

Políticos como Jair Bolsonaro são alvos constantes de deepfakes, sobretudo para brincadeiras; uso, porém, pode ser malicioso


O deepfake chegou para bagunçar os limites entre o real e o fake, e o Twitter está atento ao perigo que a tecnologia pode oferecer ao se espalhar. A rede social quer aprovar novas regras para ajudar a proteger os usuários contra tentativas deliberadas de enganação por meio de mídia manipulada. Os planos foram detalhados por Del Harvey, vice-presidente de confiança e segurança da plataforma, em um post nesta segunda-feira (11).

Harvey expôs um rascunho das ações que o Twitter planeja adotar quando “mídias sintéticas e manipuladas” forem usadas para confundir os usuários. A plataforma pode colocar um aviso ao lado de tweets que compartilham estes vídeos, emitir um aviso antes que usuários compartilhem ou curtam deepfakes e adicionar links a artigos de notícias ou momentos do Twitter que confirmem a falsidade do material.

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Os deepfakes são vídeos que usam reconhecimento facial para que uma pessoa diga ou faça algo que ela não fez na realidade ; o problema é que eles estão cada vez mais parecidos com algo real. Não por acaso, a tecnologia chamou a atenção do Congresso dos Estados Unidos no ano passado, quando um grupo bipartidário de membros da Câmara escreveu uma carta pedindo aos legisladores que levassem a sério os deepfakes.

A carta veio na esteira de uma onda mundial de difusão de informações erradas nas redes sociais, seja através da criação mal-intencionada de boatos e falsas denúncias ou se passando por grupos ativistas. Em paralelo, um vídeo do BuzzFeed e do cineasta e ator Jordan Peele demonstrou como é fácil criar um vídeo convincente do ex-presidente dos EUA, Barack Obama.

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Neste mês de outubro, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, assinou dois projetos de lei que ajudam a travar os deepfakes – o AB 730, que torna ilegal a distribuição de vídeos manipulados que visam desacreditar um candidato político e enganar eleitores dentro de 60 dias após a eleição; e o AB 602, que dá aos californianos o direito de processar alguém que cria deepfakes que os insere em material pornográfico sem consentimento.

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Os usuários podem opinar sobre o assunto com o Twitter em uma pesquisa que termina no dia 27 de novembro ou com a hashtag   #TwitterPolicyFeedback .

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WhatsApp deixa de mostrar status ‘online’ e ‘visto por último’, relatam usuários

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O WhatsApp se tornou um dos assuntos mais comentados no Twitter nesta sexta-feira (19) depois que usuários perceberam mudanças inusitadas em seu funcionamento. O aplicativo de mensagens deixou de mostrar o status “online”, “visto por último”, “digitando” e “gravando áudio” em suas conversas. Ao atualizar o aplicativo mudanças serão percebidas.

As novidades deixaram os internautas confusos sobre um possível erro no sistema, já que a empresa de Mark Zuckerberg não anunciou as atualizações. Antes, os usuários do aplicativo conseguiam apenas optar por desabilitar a função de “visto por último” e a de “confirmação de leitura” nas configurações de privacidade.

REUTERS/Thomas White

Segundo o site Downdetector, que monitora o relato de erros em redes sociais, o número de reclamações sobre o mau funcionamento do Whatsapp começou às 13h e atingiu seu pico às 14h.

Downdetector gráfico

Gráfico do Downdetector mostra pico de reclamações sobre mau funcionamento do WhatsApp

Entre os afetados pelas alterações repentinas, existem os que ficaram felizes pela maior privacidade e aqueles que lamentaram a falta de informações sobre seus contatos. E ainda no final da tarde desta sexta, alguns perfis no Twitter também começaram a relatar o retorno da visualização do status.

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Já entre os concorrentes, o Telegram ironizou a suposta falha no sistema, convidando os insatisfeitos com as novidades a “convidarem um amigo para ficar online” no aplicativo.

Procurada pela CNN, a assessoria do WhatsApp ainda não respondeu ao contato para explicar as mudanças.

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