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Política

6 de cada 10 contratações de 2021 foram para quem concluiu 2º grau

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As 260.353 vagas com carteira assinada abertas em janeiro ocorreram com o saldo de contratações maiores do que as demissões em todos os níveis de escolaridade, com destaques para aqueles profissionais com ensino médio completo.

Com 925.881 admissões e 764.545 demissões, a população que concluiu o segundo grau respondeu por 61,97% (161.336) do total de postos de trabalhos criados no mês, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Entre aqueles contratados com o ensino médio completo, 44,47% tinha entre 18 e 24 anos (71.746). Na sequência, aparecem aqueles com idade entre 30 e 19 anos (36.162), 40 e 49 anos (24.433) e 25 e 29 anos (21.551).

Assim como na situação global do mercado de trabalho em janeiro, os únicos profissionais com o ensino médio completo mais contratados do que demitidos foram aqueles com mais de 65 anos (-1.547 postos).

Na análise por gênero, os homens responderam por dois em cada três postos (66%) de trabalho disponibilizados em janeiro, com 106.441 contratações com carteira assinada, contra 54.896 admissões de profissionais do sexo feminino.

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Em menor nível, também conquistaram vagas de trabalho formais os trabalhadores com ensino superior completo (24.404), fundamental incompleto (20.957), fundamental completo (20.412) e médio incompleto (19.838). Houve ainda mais contratações do que demissões em janeiro para quem não concluiu o ensino superior (13.208) e aos analfabetos (198).

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Secretário vê risco em reabrir escolas e afirma que neta estudante foi infectada

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Andhressa Barboza/ rdnews

O retorno das aulas presenciais em Mato Grosso não deve ocorrer em breve. Com risco alto de contaminação pela Covid-19, as escolas são locais críticos para espalhar o vírus e preocupa autoridades como o secretário chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Ele relata ter visto toda sua família ser infectada após sua neta de apenas 4 anos, que estava frequentando a escola, ficar doente e acabar contaminado parentes próximos.

Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada

Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho

Ele contou o caso, que é recente, após ser questionado sobre um Projeto de Lei que tramita na Assembleia que prevê a inclusão das instituições de ensino públicas e privadas na lista de serviços essenciais.

“Eu tenho muita dúvida com relação a isso. Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada. Então, tenho muita dúvida com relação ao retorno das aulas”, alertou.

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Na última semana, o governador Mauro Mendes (DEM) sinalizou que não deve sancionar o projeto que já passou em primeira votação pela AL. Ele também alertou, sem citar o caso de Carvalho, que crianças podem ser infectadas e contaminar parentes.

“Você pega uma escola estadual como a presidente Médici, tem 2 ou 3 mil alunos uma escola dessa. Como vamos fazer? Temos que avaliar cientificamente e eu não gostaria de dar a minha opinião, até pelo que aconteceu com a minha família, mas é uma situação que vamos avaliar com muito carinho”, ponderou Mauro Carvalho.

Em relação ao PL, o secretário preferiu não ser direto em defender uma postura contrária. Mas quis deixar evidente o risco de abrir escolas em um momento crítico para a saúde pública que está em colapso há mais de um mês. Já são mais de 8,4 mil mortos pela doença no Estado e, diariamente, a fila de espera de pessoas graves que aguardam vaga em UTI passa de 100 pessoas.

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“Eu não conversei com o governador sobre essa situação (do PL), mas isso merece um estudo bem aprofundado para que a gente não cometa nenhum ato que vá prejudicar as pessoas. Os critérios precisam ser pensados com muito equilíbrio”, concluiu.

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