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Cidades

27 restaurantes fecham em Cuiabá; empresários se “enterram” em protesto

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Utilizando um caixão com a frase “Aqui jaz um CNPJ e milhares de CPFs”,  donos de bares, restaurantes, academias e outros setores percorreram rua das capital de Mato Grosso no fim da tarde desta segunda-feira (18), na tentativa de pressionar o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) a reabrir o segmento. Esse foi o segundo ato do dia, em Cuiabá.

A movimentação começou por volta das 15 horas, na praça 8 de Abril, em frente ao Choppão. Com faixas, som alto e buzinas os manifestantes se aglomeraram em frente ao estabelecimento e percorreram as avenidas do Centro rumo a Prefeitura de Cuiabá.

Nas últimas semanas, Pinheiro editou novos decretos liberando as atividades de prestação de serviços e parte do comércio. Contudo, deixou de fora bares, restaurantes, academias, shoppings, clubes e similares de fora.

Segundo a Associação de Bares e Restaurantes, cerca de 10 mil trabalhadores do setor já perderam os empregos desde o início da pandemia. Além disso, preveem que cerca de 40% dos estabelecimentos não devem reabrir após o período.

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Oficialmente, 26 empresas de médio porte e 1 de grande porte já decretaram fechamento em Cuiabá. No ato, os empresários ainda alegam que estão preparados para abrir cumprindo as medidas de biosegurança para prevenção ao novo coronavírus.

Entre elas, está o respeito ao distanciamento entre mesas e cadeiras, higienização constantes dos estabelecimentos e ainda uso de máscaras por parte dos trabalhadores.

TURISMO

Na manhã de hoje, diversos  ônibus e vans de turismo realizaram um buzinaço pela reabertura das atividades econômicas. O grupo saiu da Arena Pantanal e foi até o Palácio Paiaguás, no Centro Político Administrativo, para tentar se reunir com o governador Mauro Mendes (DEM).

Os empresários do setor também reclamaram das perdas econômicas trazidas pelos decretos de isolamento social feitos pelo prefeito da capital.

 

Por: gazetadigital

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Cidades

Fim do Vazio Sanitário: produtor deve ter cautela para iniciar o plantio, orienta Aprosoja

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Produtores rurais estão autorizados a plantar soja em Mato Grosso. Termina o Vazio Sanitário da Soja no Estado, após três meses de vigência. Para Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) mesmo com a liberação, produtores precisam ser cautelosos para iniciar o plantio devido as atuais condições climáticas. O período proibitivo existe há 14 anos e é uma das medidas fitossanitárias mais importantes para a prevenção e controle da ferrugem asiática na oleaginosa.

Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Antonio Galvan, ressalta a importância de o produtor estar atento ao iniciar o plantio, já que o Estado passa por um longo período de estiagem. Conforme as previsões do Projeto AproClima, as chuvas só devem acontecer na última semana de setembro, em Mato Grosso. Cautela é o melhor caminho, afirmou o presidente.

“Se tem uma coisa que o produtor rural tem é otimismo, mas nossa orientação se baseia na cautela, já que meteorologistas falam do período um pouco tardio das chuvas, principalmente este mês de setembro. Não coloque agora as duas culturas em risco (soja e milho), é preciso cautela e esperar a chegada das chuvas”, orientou.

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Galvan lembra que a entidade tem lutado e apoia integralmente o Vazio Sanitário da soja. “Incansavelmente temos lutado para manter esse período e o apoiamos, inclusive, livre de qualquer tipo de pesquisa que tenha soja. O defendemos desde a criação em 2006 e continuaremos lutando para que o vazio exista em sua totalidade”, reforçou.

Ferrugem Asiática – A ferrugem asiática da soja ocasiona perdas em torno de 20% ao ano, provocando a desfolha precoce da planta e impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade, sendo considerada uma doença de importância econômica.

Vazio Sanitário – O Vazio Sanitário foi instituído pela Instrução Normativa conjunta nº 002/2015, entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT).

Clima safra 20/21 – De acordo com o professor PhD em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (USA), Luiz Carlos Molion, as chuvas na safra 2020/2021 devem ficar dentro da média. “Produtores rurais não precisam ter pressa para o plantio da safra 2020/2021, embora as chuvas possam atrasar um pouco, pode-se esperar um volume maior de água para o início de 2021, mas no geral estará na média. Não precisa se preocupar com chuvas nessa safra”, pontuou durante palestra online promovida pela Aprosoja.

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