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Política

1ª dama reconhece contribuição de famílias tradicionais nas festividades dos 300 anos

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As primeiras 28 famílias homenageadas receberam das mãos da primeira-dama Márcia Pinheiro o Certificado de Contribuição

As primeiras 28 famílias das duas mil homenageadas pela Prefeitura de Cuiabá receberam das mãos da primeira-dama Márcia Pinheiro, nesta quarta-feira (04), no Espaço da Cuiabania, no Shopping Goiabeiras, o Certificado de Contribuição pela colaboração direta e indireta nas festividades dos 300 anos da Capital.

O intuito da ação coordenada pela Secretaria Extraordinária dos 300 anos é integrar a sociedade com a gestão municipal, principalmente as famílias ligadas ao contexto histórico de Cuiabá que se envolveram de alguma forma com as ações comemorativas de aniversário.

“Aqui estão algumas das famílias que ajudaram e colaboraram financeiramente para a produção do bolo comemorativo de 300 metros e com a decoração. Então, queremos agradecer todas essas pessoas e prestar contas do nosso trabalho nessa data tão simbólica que é os 300 anos assim como os feitos da nossa administração para a maior participação social”, elencou Celly Almeida, a secretária da pasta.

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Segundo a empresária Muriel Torres Molina, representante de uma das famílias homenageadas, a participação da sociedade com as instituições públicas é fundamental para o desenvolvimento cultural.

“Eu acho que a sociedade participa pouco. Nós cuiabanos que temos raízes aqui precisamos valorizar essa participação e contribuir com o Poder Público a valorizar nossa cultura, a nossa arte porque temos coisas belíssimas. Nossa família emprestou um mobiliário para o Espaço Cuiabania com um acervo muito grande. Então nossa cultura é rica e com certeza a participação da sociedade e das famílias cuiabanas é muito importante”, frisou.

A primeira-dama Márcia Pinheiro destacou a presença das famílias nessa abertura das homenagens e mostra a consolidação da atual administração no aspecto de estar próximos das pessoas como rege um dos motes da gestão do prefeito Emanuel Pinheiro.

“Fico muito feliz em ver todas essas famílias aqui porque demonstra exatamente aquilo que o prefeito Emanuel sempre prega de estar próximo das pessoas. Essas famílias tradicionais são parte da história dessa terra e é nossa obrigação envolve-los de alguma forma na construção de uma cidade melhor e mais humanizada. Fico honrada em poder homenagear quem fez tanto por essa terra e está acompanhando a conosco uma nova história de Cuiabá”, disse.

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Cultura

Excesso de chuva causa prejuízo de 50% na produção de hortaliças em MT, dizem produtores

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A chuva em excesso já causou prejuízo de 50% na produção de hortaliças em fevereiro, segundo produtores. Com a falta do produto, os horticultores precisam comprar de outros produtores para atender a demanda.

O horticultor Gilberto dos Santos Silva, que tem uma plantação de hortaliças em Tangará da Serra, no oeste do estado, afirmou que precisou reduzir o plantio para não ter mais prejuízos.

“A gente acaba deixando de plantar, porque a produção é bem menor. Quase não choveu no mês de janeiro, mas em fevereiro está chovendo um pouco mais e está prejudicando quem está produzindo folhas”, ressaltou.

Um dos plantios prejudicados, segundo Gilberto, é o da alface. Para conseguir atender os clientes, ele compra de produtores que têm estufa e revende.

“Sai muito mais caro, porque a nossa margem, quando você pega fora, ela é praticamente zero. Fazemos mesmo só para atender os clientes”, explicou.

Também há horticultor que não tem condições de comprar produtos de terceiros e usa outras alternativas para se manter no mercado.

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“Quando já está programado essa chuva no começo do ano, se dedicamos mais no tempo das águas em legumes. Para poder ter uma saída, uma válvula de escape, porque a folha fica muito escassa, pois vem a doença, a chuva, e a gente não consegue produzir nas águas”, disse o horticultor Adeval da Conceição.

A produtora Telma Madalena da Paz cultiva hortaliças há oito anos em Barra do Bugres, a 169 km de Cuiabá, disse que está preocupada porque todo o investimento feito no plantio de alface não vai dar retorno.

Sem a renda, ela afirmou que não tem ideia de como vai pagar o fornecedor e lamentou a situação.

Com a baixa produção de folhas nas lavouras, a tendência é que o preço no mercado aumente, além de criar uma grande disputa entre os consumidores.

“Chega um momento que você chega na feira, se o nosso cliente não chegar bem cedo, ele não vai conseguir comprar o alface”, disse Gilberto.

A esperança, segundo os produtores, é que a chuva diminua nos próximos meses.

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