21 de outubro de 2018 - 15:57

Cidades

26/12/2017 19:47

Cuiabá registra aumento de 5,3% nas vendas no Natal de 2017

Após três anos de retração, os empresários da Capital comemoram superação nas vendas do Natal, que tiveram um aumento de 5,3% em 2017, conforme consultas realizadas pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Após três anos de retração, os empresários da Capital comemoram superação nas vendas do Natal, que tiveram um aumento de 5,3% em 2017, conforme consultas realizadas pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Já em nível nacional, os dados revelam um acréscimo de 4,7% na comparação com o mesmo período de 2016.

“Esse foi o resultado mais expressivo em relação a vendas de todas as datas comemorativas de 2017”, disse o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá), Nelson Soares Junior, que acrescenta, “Estamos felizes e otimistas com esse resultado, pois acreditamos que daqui para frente a economia comece a passar por um processo de recuperação”.

Os dados ainda do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que a retomada da economia teve seus primeiros reflexos na confiança dos consumidores e aumento do consumo, sendo que nos últimos anos, os resultados de vendas a prazo no Natal foram de -1,46% (2016), -15,84% (2015) e -0,7% (2014).

Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, o resultado é consequência da melhora da conjuntura e da proximidade do fim da crise econômica.

“O acesso ao crédito mais difícil e os juros elevados ainda limitam o poder de compras dos brasileiros, mas com a economia dando sinais de retomada, os consumidores foram às compras de forma menos tímida que nos últimos anos e também nas outras datas comemorativas de 2017”, afirma.

Porém, o presidente alerta que, embora o crescimento deste ano pareça forte, ainda está longe dos resultados dos anos anteriores à crise econômica.

Neste ano, segundo um levantamento do SPC Brasil, o gasto médio do brasileiro com o total de presentes de Natal girou em torno de R$ 461,91. A estimativa era de que a data movimentasse cerca de R$ 51 bilhões na economia.

por: repórterMT


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